Publicada em 10/10/2018 - 15h26
Por Francisco Alves
CAPS realizam atividade alusiva ao Dia Mundial da Saúde Mental
A programação iniciou às 8h, com um momento de Capoterapia coordenada pelo professor de Capoeira Humberto.
O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), de São Miguel do Tapuio promoveu na manhã desta quarta-feira (10), um evento em alusão ao Dia Mundial da Saúde Mental, com atividades voltadas para os pacientes. A ação foi realizada na própria sede do CAPS, localizada na Rua Pedro II, no Bairro Bandeirante.
A programação iniciou às 8h, com um momento de Capoterapia - terapia alternativa onde se utiliza elementos da capoeira adaptada para pessoas sem hábito de prática de atividade física ou esportiva. O momento finalizou com um lanche servido aos profissionais e usuários presentes.
Para Assistente Social CAPS de São Miguel do Tapuio, Francisca Castelo Branco, além do momento de descontração, o objetivo foi esclarecer e transformar os olhares de preconceito com as pessoas que sofrem de algum problema de Saúde Mental.
O Psicólogo Carlos Mota, que trabalha no atendimento aos usuários do CAPS, disse em suas palavras ser evidente que o município melhorou o atendimento aos pacientes dessa área. “Temos melhores resultados ofertando ao indivíduo um melhor atendimento que antes não tinha nem a estrutura”, afirmou.
O Dia Mundial da Saúde Mental foi criado em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental (World Federation for Mental Health). A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a saúde mental uma prioridade e defende que a questão da saúde mental não é estritamente um problema de saúde.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 31% a 50% da população brasileira pode vir a apresentar pelo menos um episódio de transtorno mental durante a vida.
Antes essas pessoas eram encarceradas em manicômios, sendo submetidos a torturas físicas e psicológicas, só a partir da Reforma Psiquiátrica, iniciada em 1978, essas pessoas passam a ter a direito a um verdadeiro tratamento, direito ao cuidado, e não a serem apenas excluídos da sociedade.
Com surgimento de uma nova rede de tratamento, como os Centros de Atenção Psicossocial - CAPS e o fim dos manicômios. Os denominados e tratados como “loucos”, passaram, então, a terem seu direito de convívio em sociedade preservados, ou seja, passaram a seres tratados como GENTE.










Fonte: Da Redação
Editor: Francisco Alves/PortalSamita
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